Centro de Práticas e Saberes Decoloniais
C.P.S.D.

O livro didático como ativação de saberes vivos Pataxó

O artigo relata o processo de criação e concepção do livro didático “Kijetxawê Zabelê – Aldeia Kaí” a partir de sentidos como livro-encontro, livro-vivo, livro-lugar e de compreensões acerca da pedagogia do encantamento e do hãmyá. As perguntas-guia do texto são: “Como pensar no livro não do ponto de vista de sua passividade, mas de sua ativação? O que ele suscita e como alimenta um fluxo, em permanente movimento?” A partir de sentidos didáticos referenciados como modos de compor com o livro, colocá-lo na roda viva da vida de cada comunidade escolar, cada leitor ou leitora de qualquer parte do Brasil, sendo possível, cantar, jogar, escrever, desenhar, mas, sobretudo, conectar as narrativas dos pataxó de Cumuruxatiba com suas próprias histórias de resistência, com seus mais velhos, o tempo espiralar de seu território, seus encantados. Se inscrever, encarnar e encantar a partir do livro. Livro como potência de territorialização de saberes vivos, que extrapolam a página em outros modos de aprendizagem, abrindo-se para o sentido de livro-corpo-território.

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